Lista de desafios (desafio 11): girafa rupestre e respeito ao material

Olá!

Hoje trago o resultado de mais um desafio daquela lista que você já conhece (caso esteja chegando agora no Vinho Tinta, pode entender melhor clicando aqui). Dessa vez o desenho sorteado foi uma girafa e o estilo foi o rupestre. Mais uma vez achei que o destino facilitou minha vida, pois o desenho e o estilo sorteados combinam.

Para tornar o exercício mais interessante, fiz uma pesquisa rápida de referências, olhei algumas figuras e tentei desenhar de memória, sem consultar nenhuma referência durante o desenho.

Já comentei que não gosto de efeito do lápis de cor aquarelável sem aquarelar, mas dessa vez resolvi usar a textura “pastosa” com pontinhos de cor que não se misturam a meu favor, para criar uma pedra interessante que serviria de “tela” para minha girafa.

O desenho foi feito no meu caderno de rascunhos, que tem folhas tamanho A5 de papel Canson 90g/m². Não utilizei lápis grafite para esboço nem borracha, foi tudo feito com os lápis de cor aquareláveis Mondeluz, da Koh-I-Noor (já falei deles aqui). O resultado foi esse:

girafa rupestre - lápis de cor Koh-i-noor.jpg

Sou apaixonada por esse tom de marrom avermelhado mais à esquerda, por isso usei na sombra da pedra e no desenho da girafa. Como eu já não estava usando referência (pelo menos não diretamente), também me permiti utilizar umas cores fortes e menos realistas, como esse amarelo que predomina no lado direito.

Você pode perceber, especialmente nas partes em que precisei sobrepor mais cores, como a textura dos lápis fica granulada. É desse efeito que não gosto. Mas como o acabamento desse desenho era mais rústico, achei que funcionou. É por isso que é tão importante não desistir de um material só porque teve uma experiência ruim. Às vezes a culpa não é do material, mas da nossa falta de conhecimento sobre ele. Às vezes esperamos um efeito, mas o material nos dá outro… e não devemos odiá-lo por isso, mas guardar essa experiência e aprender com ela. Não somos obrigados a gostar de todos os materiais, mas é importante conhecermos bem suas características; assim, saberemos como tirar o melhor de cada material em cada situação e ampliaremos nossas possibilidades 🙂

Esse foi o primeiro desenho que fiz com esses lápis sem aquarelar que gostei do resultado. No início eu queria que se comportassem como lápis de cor permanentes que viravam aquarela magicamente só quando eu molhasse. Eles não são assim, a mina deles é diferente da dos lápis permanentes e não adianta querer que se comportem como algo que não são. A questão é que isso não é ruim, não é um defeito dos lápis, é a característica deles. Se eu quiser degradês e sobreposições suaves, devo trocar de material, pois esse entrega uma textura granulada, que pode ser útil em outros momentos.

Eu já sabia da importância de conhecer e de respeitar cada material, mas esse desafio veio para me lembrar disso.

 

Um abraço e até mais 🙂

 

Nani

 

 

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Lista de desafios (desafio 10): nada em carvão

Hoje trago o resultado de mais um desafio da minha lista (você pode ler mais sobre esse projeto aqui). Conforme tinha anunciado lá no Twitter do Vinho Tinta, o desafio sorteado foi desenhar o nada em carvão.

Para variar, quebrei bastante a cabeça, mas minha primeira ideia foi fazer um olhar vazio. Mudei de ideia e decidi fazer alguém se olhando no espelho e depois eu pensaria em como fazer esse espelho, talvez sem reflexo. Voltei para a ideia original e decidi fazer um olhar vazado, sem olhos. O resultado foi o seguinte:

desafio 5  - nada - carvão.jpg

Os olhos vazados são uma coisa que acho muito interessante e pretendo explorar mais em meus desenhos, assim como rostos sem face. Acho isso extremamente assustador. Penso que deve ter a ver com essa ideia de que os olhos são a janela da alma, então alguém sem olhos ou não teria alma ou teria algo a esconder… seria uma pessoa misteriosa e de um mistério que não inspira boas coisas. Também quis dar um efeito “infinito” nesse desenho, como se a personagem estivessem caindo em algo sem fim, para o desenho ganhar um ar “transcendente”, por isso essas linhas no fundo.

Esse desenho eu fiz no meu caderno da Canson. Ele tem tamanho A5 e folhas de 90g/m² (ele ainda vai ganhar uma postagem na tag de materiais). Ao invés de usar aqueles bastõezinhos de carvão, utilizei apenas um lápis carvão da Koh-I-Noor Hardtmuth, pois eu queria um desenho rápido (que parecesse mesmo um rascunho) e com o contraste bem forte entre o preto e branco (sem muitas nuances de cinza). Meus bastões de carvão são bem pretos, mas o lápis é mais, daí a escolha.

Finalizei com um verniz fixador fosco da Acrilex. Tenho meus problemas com verniz (prometo que falo melhor sobre isso em uma postagem também), mas nesse caso não teve jeito. Como manter um desenho feito em carvão em um caderno que fica comigo para lá e para cá sem manchar? Os desenhos em grafite já mancham muito (contra cada fibra do meu ser, começo a considerar passar verniz neles também)… com desenhos em carvão não tem conversa: terminou o desenho, antes de respirar perto deles, é preciso envernizar.

Como referência para esse desafio, utilizei essa foto:

um olhar do paraíso.jpg

É a cena de um filme chamado Um olhar do paraíso. Na verdade, não assisti a esse filme (Quem já assistiu? Recomenda?), apenas vi essa imagem enquanto vagava pela internet e achei que serviria perfeitamente aos meus propósitos. Acabei aproveitando até a textura do chão para fazer aquele efeito de queda no infinito, que de início eu ia fazer com uma espiral, mas achei essas formas retas mais interessantes.

Por enquanto é só isso 😉

Assim que sortear mais um desafio, eu aviso la no Twitter do Vinho Tinta (aproveita pra seguir ;)).

 

Até mais,

 

 

Nani

 

Lista de desafios (desafio 9): mulher nua em sanguínea

 

Olá!

Mais um desafio terminado! Dessa vez eu precisava desenhar uma mulher nua em sanguínea. Para quem está chegando agora, expliquei como funcionam esses desafios aqui.

Fazia uns dias que eu estava com O nascimento de Vênus, de Botticelli, colado na minha prancheta, esperando uma oportunidade. Quando saiu esse desafio, de início pensei em desenhar apenas a Vênus, depois resolvi fazer o quadro todo, depois resolvi fazer o quadro todo, mas com a Vênus em outra posição… depois mudei completamente de ideia e decidi desenhar uma cena cotidiana.

Simples? Nem um pouco.

Eu queria usar como referência uma foto de alguma mulher que não estivesse agindo estranho porque estava pelada. Pensei em algo mais natural, como aquela foto da Simone de Beauvoir se vestindo no banheiro. Na verdade, pensei em desenhar exatamente essa foto, mas também desisti, pois queria uma anônima qualquer posando e uma foto menos conhecida. Nesse ponto eu já tinha bem claro na minha mente o que eu queria, só não estava conseguindo encontrar a foto certa para me servir como referência.

O problema é que eu queria uma foto espontânea, de uma mulher normal, que não fosse modelo e que não estivesse fazendo nenhuma pose forçada. Aqueles ensaios sensuais estavam fora de cogitação, eu não queria ninguém fazendo “carão”. Eu queria alguém com cara de cansada, de triste, de feliz, de medo… alguma expressão autêntica. Aqueles ensaios mais conceituais, apesar de serem lindos, também não me serviam.

Procurei por muitos dias até que finalmente encontrei o The Nu Project! Finalmente alguém estava falando a minha língua! Nesse projeto, pessoas comuns são fotografadas em seus próprios ambientes, fazendo coisas normais: dando risada, cozinhando, conversando, mexendo no computador… Não tem ninguém agindo estranho porque está nu, não tem nenhum corpo muito diferente dos nossos, a beleza vem da naturalidade e graça vem da identificação com as pessoas fotografadas. Veja o site e vai entender do que estou falando.

A partir daí, o problema foi escolher a foto, pois, dessa vez, muitas serviam ao meu propósito. Acabei escolhendo a foto de uma mulher tomando vinho e sorrindo, em homenagem ao Vinho Tinta (=D). Esse foi o resultado:

mulher nua com taça de vinho - sanguínea.jpg

Sanguínea é uma espécie de giz marrom-avermelhado que dá esse tom lindo e esse jeito de rascunho profissional. Nesse caso, usei o lápis pastel seco Gioconda, da Koh-I-Noor Hardtmuth, cor Red Chalk. Esse desenho fiz no meu caderno de rascunhos mesmo, ele é da Canson, com folhas de 90g/m² em tamanho A5. Uma parte do desenho está com a cor menos vibrante, menos avermelhada. No desenho original não está assim, a cor está bem uniforme. Mas acho que sei o que houve: meu esfuminho estava sujo de grafite e não limpei direito antes de esfumar o pastel, o que manchou o desenho. Consegui limpar o desenho original e a mancha ficou imperceptível, mas, quando digitalizei, o fundo do grafite deve ter aparecido. Como o caderno é espiral, algumas partes do desenho também não tocaram o vidro do scanner… acho que isso contribuiu para que uma parte ficasse fora de foco… e como minha habilidade com o Photoshop não me permitem correções desse tipo… acho que da próxima vez devo fotografar ao invés de scanear desenhos desse caderno.

Tenho algumas dúvidas quanto a umas partes do desenho, mas de maneira geral, gostei de fazê-lo e gostei do resultado final. Penso que transmite a naturalidade que eu estava buscando, o resto são detalhes.

Agora é só sortear o próximo desafio! Assim que eu fizer o sorteio, aviso lá no Twitter do Vinho Tinta. Aproveita pra seguir 😉

 

Até mais,

 

 

Nani

 

 

Lista de desafios: desafios 7 e 8

Olá!

Conforme o prometido, hoje trago finalizado o desafio cuja prévia aparece aqui.

Na verdade, temos um bônus hoje! Eu iria postar apenas o último desafio que terminei, mas naquela lista de resultados (essa aqui) esqueci de mostrar um deles.

Então, na sequência, temos o sétimo desafio: uma paisagem marítima com pastel seco. Na época em que fiz essa eu estava meio sem ideias e sempre que me encontro assim procuro me refugiar nos clássicos. Por isso decidi tentar reproduzir um das pinturas que mais gosto,  Impressão, nascer do sol, de Monet. Apenas abri a imagem no meu computador e comecei a desenhar. Não me preocupei em desenhar primeiro e ir refinando depois. Eu quis fazer algo mais livre nesse dia. Para cumprir esse desafio, além do papel Canson 90g/m², utilizei os lápis pasteis da Koh-I-Noor HardtmuthGioconda” e esfuminho. Por alguma razão o scanner deixou o desenho com umas manchas feias. Ele está mais suave do que isso:

Desafio 1 - paisagem marítima em pastel (Lápis pastel La Gioconda).jpg

O oitavo desafio sorteado foi fazer uma danse macabre em estilo Barroco. Demorei bastante para conseguir fazer, mas consegui resolver esse quebra-cabeça preservando a essência da ideia da danse macabre (de que a morte iguala a todos) e me inspirei em uma pintura barroca de Jean-Baptiste Siméon Chardin para desenhar a cena doméstica de uma enfermeira preparando ovo cozido e pão para algum convalescente. Gostei da ideia de fazer essa enfermeira como uma caveira e mostrar que não apenas o doente, mas a enfermeira também, cedo ou tarde, iria morrer; isso coloca os dois no mesmo patamar e torna a enfermeira tão digna de pena quanto o doente. Dessa maneira, acredito que a ideia da danse macabre foi preservada, apesar de não haver aquela típica dança com caveiras de diferentes estratos sociais (o que não caberia em um estilo Barroco). Para esse desafio utilizei os lápis de cor escolares da Faber-Castell e o mesmo papel do desafio anterior. Esse foi o resultado:

Desafio 3 - danse macabre barroca (Lápis de cor Faber-Castell escolar).jpg

Ainda hoje vou sortear o próximo desafio e postar no Twitter do Vinho Tinta. Passa lá para ver e aproveita para seguir também, pois, além das prévias dos resultados parecerem por lá, a gente pode trocar ideias e sugestões para os próximos desafios 😉

 

Até mais,

 

 

Nani

Lista de desafios: primeiros resultados

Olá!
Conforme prometido, hoje vou mostrar os desenhos que já fiz da minha lista de desafios que comecei no final do ano passado (falei sobre a lista aqui) e dizer também os materiais que utilizei em cada um.

O primeiro desafio que sorteei foi fazer o infinito em pop-art. Como esse desafio não exigia um material específico, utilizei lápis de cor da Faber-Castell (da linha escolar mesmo) e uma caneta indelével preta, porque era o que eu tinha à mão para contornar naquele momento. Resultado:

Desafio 1 (infinito em pop-art) -lápis de cor.jpg

Para o segundo desafio eu precisava fazer um moinho em cores. Como mais uma uma vez o material não era especificado, fui de Faber-Castell escolar de novo. Tentei acrescentar mais um desafio por conta própria e fazer um lago, mas o resultado da água não ficou como eu queria. Em todo caso, desafio cumprido e resultado aqui:

Desafio 2 (moinho em cores) - lápis de cor.jpg

No terceiro desafio eu devia me desenhar sem utilizar linhas. O material neste também não era especificado, e como eu estava só esperando a oportunidade para utilizar uns bastões de carvão vegetal da Keramik que eu havia comprado havia pouco tempo, aproveitei. Fiz esse desenho utilizando apenas carvão e esfuminho (que eu, aliás, não sei a marca). Precisei passar um verniz em spray (usei um fosco da Corfix) depois, porque carvão é uma coisa que não para no papel de outro jeito. O resultado foi esse:

Desafio 3 (eu desenhando sem linhas) - carvão.jpg

No quarto desafio eu precisava desenhar algo abstrato em estilo clássico. Esse “algo” não estava especificado, então escolhi a loucura, pois é com isso que trabalho atualmente minha pós-graduação e achei que seria interessante tentar desenhar. O material também não estava especificado, então usei os lápis Faber-Castell escolares de novo. De início eu queria fazer algo mais desesperador, mas depois decidi privilegiar a faceta mais poética, mais onírica na loucura. Pensei em personificar a loucura em uma mulher subindo em uma árvore para alcançar a lua e não posso negar uma influência de Ismália nessa ideia. Sinceramente esse é o desenho que mais gostei até agora de todos os desafios. Pretendo redesenhá-lo em algum momento e utilizar alguns outros materiais. Nada contra os lápis escolares da Faber, que sempre me acompanharam, mas se vocês notarem, as cores não são as mais vivas do mundo e a mistura entre elas também não é a mais perfeita. Também quero caprichar mais em alguns detalhes. Em todo caso, esse é meu queridinho:

Desafio 4 - algo abstrato (a loucura) em estilo clássico.jpg

O quinto desafio foi fazer uma cadeia de montanhas em nanquim. Usei o nanquim da Talens, que é simplesmente maravilhoso, mas fiz uma coisa muito errada. De início eu ia fazer apenas hachuras, mas no meio do caminho resolvi trabalhar também com aguadas de nanquim. O problema é que eu não estava utilizando um papel com gramatura condizente (usei um Canson 90g/m²). O papel enrugou todo e as manchas ficaram feias, porque o papel não absorvia como deveria… somando a isso minha imperícia com aguadas de nanquim (foi a minha primeira vez), o resultado não tinha como ser bom:

Desafio 5 (cadeia de montanhas com nanquim).jpg

O último desenho que finalizei dos desafios foi um retrato cubista do filósofo francês Jean-Paul Sartre. Lembro que quando meu namorado estava fazendo a lista eu comentei que seria muito engraçado se eu sorteasse o Sartre no estilo cubista (destino, esse piadista). Todos os outros desenhos foram feitos em tamanho A4, mas esse eu fiz em A3, porque eu tinha comprado um bloco da Canson de 180g/m² e estava doida para usar também. Aproveitei que a gramatura era boa e utilizei aquarela (em pastilha da Koh-I-Noor).  Como meu scanner é A4, tive que tirar foto desse desenho com meu celular, então peço desculpas pela menor qualidade.

Desafio Sartre cubista - aquarela.jpg

Por enquanto foram esses os desenhos que fiz. Alguns eu gostei bastante, outros nem tanto, mas eu já sabia que isso aconteceria. O mais importante é desenhar todos os dias, mesmo que não tenha nenhuma boa ideia, para não correr o risco de ficar enferrujado e estar preparado para quando as boas ideias aparecerem.

Como essa postagem já está bem grande, vou encerrar por aqui, prometendo postar os resultados dos próximos desafios e reforçando o convite para que todos façam o mesmo 😉

 

Um abraço e até breve!

 

Nani

Lista de desafios

Olá!
Quem quer ver seus desenhos melhorarem, precisa praticar bastante. Isso não é segredo, mas o complicado é manter uma rotina de desenho entre bloqueios criativos e obrigações do dia-a-dia. É realmente complicado, mas faz um tempinho que tenho tentado encontrar caminhos para praticar sempre.
Ainda quero escrever a respeito do maior bloqueio criativo que já tive e que me levou a um hiato de seis anos (SIM! SEIS ANOS!) sem desenhar. O medo de que isso possa voltar a acontecer me motiva a não parar de desenhar novamente, mas só o trauma não é o bastante. Pensando assim, para me manter ativa, criei uma lista de desafios que tem me ajudado bastante. Os desafios não devem ser um peso, mas também devem ser ignorados (senão não cumprem seu papel de motivadores).
Funciona da seguinte maneira. Em uma folha de papel, pedi para meu namorado escrever coisas a serem desenhadas, o que ele quisesse, mesmo que doida ou sem noção. Ele escreveu várias coisas, concretas (como um farol, um retrato meu…), abstratas (a loucura, a angústia…) e outras não sei nem se coloco no campo das concretas ou das abstratas (como a sexta sinfonia do Beethoven). Recortei tudo isso, dobrei e coloquei em um saquinho (para sortear). Depois pedi para ele escrever materiais, técnicas ou estilos em outra folha (como nanquim, aquarela, surrealismo…). Recortei essa folha também, dobrei e coloquei em outro saquinho. A brincadeira é tirar um papelzinho de cada saquinho (um desenho e uma técnica) e desenhar o que foi sorteado (não vale dizer que não dá, que aquele desenho não funciona com aquela técnica ou que quer sortear outra coisa) no menor tempo possível (eu faço uma estimativa a depender da técnica, pois algumas, como pontilhismo, são mais demoradas).
Eu pedi para meu namorado escrever as listas porque ele estava de bom humor, então aproveitei para terceirizar essa parte. Pensei que dessa maneira eu não teria controle algum sobre as propostas do desafio, o que o tornaria ainda maior. Mas nada impede que você mesmo faça suas listas, e quanto mais estranha melhor! A ideia é realmente tentar desenhar algo que você não pensaria se não tivesse uma mãozinha do acaso. Os resultados provavelmente serão ótimos, mas ainda que não forem, o mais importante está garantido: desenhar até mesmo naqueles dias perdidos.
Na próxima postagem eu vou colocar os desenhos dos desafios que já fiz e convido quem quiser a participar também, postando seus desafios de desenho e deixando o link nos comentários. Mas, por enquanto, só não dizer que não coloquei nenhuma foto nessa postagem, segue o desafio que está me ocupando nesta semana:
CAM00667.jpg
 Na próxima postagem eu explico tudo direitinho, mas, em linhas gerais, a ideia era criar uma danse macabre em estilo barroco.
Até mais!
Um abraço,
Nani